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quinta-feira, 11 de abril de 2013
Project Manager
Principais atividades do cargo: Liderar projetos robóticos para contrato de Camaçari.
Experiência Profissional: Na função.
Formação:SUPERIOR COMPLETO.
Especialidade da Formação:Engenharia ou técnico
Idioma Específico:Inglês.
Conhecimento Específico:Project Management.
Experiência Profissional: Na função.
Formação:SUPERIOR COMPLETO.
Especialidade da Formação:Engenharia ou técnico
Idioma Específico:Inglês.
Conhecimento Específico:Project Management.
- Diferenciais ABB: Assistência Médica, Odontoprev , Seguro de Vida, Cooperativa de Crédito, Previdência Privada, Convênio Farmácia, Participação nos Resultados, Refeitório no local, ônibus fretado e estacionamento na ABB, auxílio creche para funcionárias, Clube com Academia, piscina, sauna, quadras poliesportivas, salão de jogos, vídeo locadora. Conta ainda com Serviço de Saúde e Odontológico na ABB, Fisioterapia e Terapia corporal, ocupacional, Psicológico, desconto em universidades e escolas de idiomas, para compra de carros, eletrodomésticos, eletroeletrônicos; promoção de programas culturais e de lazer, Cesta de Natal, brinquedo para as crianças (Natal), Máquinas de café, Infraestrutura na ABB com: Banco, caixas eletrônicos, cantina, lanchonete, etc.
- Oportunidades também para PCD (Pessoa Com Deficiência)
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Quer fazer intercâmbio? Prepare-se para os editais do Ciência sem Fronteiras
Além de assegurar fluência em algum idioma, o intercâmbio possibilita ao estudante o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais
A participação em programas de intercâmbio no exterior é cada vez mais valorizada pelos departamentos de Recursos Humanos das empresas na hora de contratar novos profissionais, principalmente no caso das multinacionais.
Além de assegurar fluência em algum idioma, o intercâmbio possibilita ao estudante o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais muito apreciadas no mundo corporativo, a exemplo da aquisição de conhecimentos essenciais para o pleno desenvolvimento das atribuições de seu futuro cargo, da adaptabilidade a condições culturais e ambientais diferenciadas, do desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal, do exercício da disciplina pessoal e do direcionamento para metas e resultados.
A experiência do intercâmbio proporciona um crescimento pessoal e profissional que, para os recrutadores, credencia os jovens a encarar os desafios corporativos com maior probabilidade de sucesso.
Além de assegurar fluência em algum idioma, o intercâmbio possibilita ao estudante o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais muito apreciadas no mundo corporativo, a exemplo da aquisição de conhecimentos essenciais para o pleno desenvolvimento das atribuições de seu futuro cargo, da adaptabilidade a condições culturais e ambientais diferenciadas, do desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal, do exercício da disciplina pessoal e do direcionamento para metas e resultados.
A experiência do intercâmbio proporciona um crescimento pessoal e profissional que, para os recrutadores, credencia os jovens a encarar os desafios corporativos com maior probabilidade de sucesso.
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O intercâmbio pode acontecer no ensino médio, na graduação ou na pós-graduação. Os países mais procurados costumam ser aqueles de domínio da língua inglesa, como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. Em qualquer um dos casos, representa um investimento considerável com o deslocamento, acomodação, matrículas e mensalidades escolares além de outras despesas de manutenção em um país estrangeiro.
Todavia, uma nova opção aparece para parte daqueles que nutrem esse sonho mas não tem condições de pagar por ele: o Programa Ciência sem Fronteiras do Governo Federal. Mantido pelo esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), o Programa pretende distribuir 101 mil bolsas, até 2015, para alunos da graduação (bacharelado ou tecnológica) e pós-graduação (doutorado pleno, doutorado sanduíche e pós-doutorado) e para pesquisadores vinculados a empresas.
Para tanto, foram escolhidas áreas consideradas prioritárias por sua capacidade de contribuição para a inovação, a competitividade e o progresso da ciência. Aqui vem a má notícia para parte dos leitores pois apenas estudantes das ciências exatas, das engenharias, de algumas áreas da saúde, da biologia, da computação e de alguns segmentos vinculados à indústria criativa estão aptos a se candidatar.
Segundo dados disponíveis no site do CNPq, até o presente momento, excluindo-se o resultado da última chamada, que deve ser divulgado esta semana, foram implementadas 19.498 bolsas, das quais 14.412 ainda vigentes. Os destinos mais procurados diferem um pouco dos que tradicionalmente atraem os intercambistas.
Países de língua inglesa, muito buscados no intercâmbio comum, como Irlanda, Austrália e Nova Zelândia perdem espaço para destinos como Portugal, França, Espanha e Alemanha. Por outro lado, os Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, que costumam estar no topo das preferências dos estudantes que vão para o exterior, continuam a figurar bem no ranking, conforme mostra a figura abaixo.
Países mais procurados pelos bolsistas do Ciências sem Fronteiras
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No Ciência sem Fronteiras a lógica que tem explicado as decisões dos estudantes se baseia em dois pilares: a busca por universidades de excelência e a tentativa de contornar eventuais deficiências no domínio do idioma. Assim, países como Portugal e Espanha, que não se constituem em destinos de referência nas áreas contempladas, tem sido procurados por oferecem maiores facilidades de comunicação (idioma) e, até mesmo, de adaptação, tendo em vista possuírem uma cultura mais próxima da brasileira.
No caminho inverso, estão aqueles que optam por conhecer realidades totalmente distintas a exemplo de países como a Rússia (1 estudante), Polônia (2 estudantes), Hungria (4 estudantes), Grécia (5) e, pasmem, a remota Finlândia (43 estudantes).
A concorrência pelas bolsas é nacional, portanto, não é tão fácil consegui-las. A participação do Nordeste no total de bolsas concedidas ainda é pequena embora crescente. As principais universidades baianas participam do Programa desde o início.
No caso específico da graduação, as exigências mínimas que se faz aos potenciais candidatos, são as seguintes:
- Ser brasileiro ou naturalizado;
- Estar regularmente matriculado em instituição de ensino superior no Brasil em cursos relacionados às áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras;
- Ter sido classificado com nota do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM - com no mínimo 600 pontos;
- Possuir bom desempenho acadêmico;
- Ter concluído 20% do currículo previsto para o curso de graduação.
Além destes critérios, de acordo com o CNPq, será dada preferência aos candidatos que foram agraciados com prêmios em olimpíadas científicas no país ou exterior e/ou que tenham tido ou estejam usufruindo de bolsa de iniciação científica ou tecnológica do CNPq (PIBIC/PIBITI) ou do PIBID da CAPES.
O valor das bolsas concedidas varia, a depender do nível de ensino a que se destinam, sendo maiores para os alunos de doutoramento, em todas as suas modalidades, mas, também, varia em função do destino escolhido, observando-se o custo de manutenção requerido em cada lugar.
Além da bolsa, os selecionados fazem jus a auxilio deslocamento e acomodação e seguro saúde. Para os bolsistas de graduação também é disponibilizado um auxílio para material didático.
As avaliações parciais do Programa já trazem alguns elementos que temos destacado nesta coluna nos últimos meses. Um deles é a dificuldade de nossos alunos com os idiomas e de como essa dificuldade pode ser limitadora, principalmente quando se fala de universidades de ponta, na área tecnológica. Esse fato está explicitado na procura que países como Portugal e Espanha tem tido.
Por outro lado, é importante que fique claro que intercâmbio não é passeio. Não bastará trazer um certificado na bagagem. É fundamental que o aluno procure por uma instituição reconhecida em sua área e que lhe proporcionará oportunidades de aprendizagem valoráveis.
Neste sentido percebe-se, inclusive, o esforço que o CNPq está fazendo para que os alunos façam estágio em laboratórios de institutos de pesquisas e de empresas de ponta como as farmacêuticas GlaxoSmithKline (GSK), Sanofi e Merck Korea;, das coreanas do grupo da Hyundai, da Samsung Electronics e da siderúrgica Pohang Iron and Steel Company (POSCO) e até na agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa.
Tendo em vista o exposto acima, o timing desta coluna foi programado para motivar potenciais candidatos a essas bolsas no momento em que ainda podem, de alguma forma, ter condições de fazer a melhor escolha. Aproveitem o tempo que falta para o próximo edital para pesquisar as melhores alternativas, suas exigências específicas e se preparar para enfrentá-las, no próximo ano, com maior chance de sucesso. Aprimorem o idioma e, para isso, aproveitem os cursos a distância que serão disponibilizados para os candidatos ao Programa. Boa sorte!
O edital para as bolsas de 2014, na graduação, deve sair em setembro. Maiores informações sobre o Programa podem ser obtidas aqui.
Fonte: ibahia.com
terça-feira, 9 de abril de 2013
Balcão de Oportunidades - TECON Salvador - 11/04 das 17:30 as 21h.
Venha conhecer uma nova possibilidade para sua carreira!
A equipe do TECON Salvador estará na área de convivência da ÁREA1, das 17:30 as 19h.
Logo depois, iniciará a apresentação do seu programa de Caça a Talentos na sala 202SS.
Participe!!!
Conheça mais sobre o TECON Salvador clicando aqui!
O que os finalistas de programas de trainee têm em comum
Pesquisa da consultoria Seja Trainee traça perfil dos candidatos que se deram bem nas seleções. Inglês fluente e estágio estão no currículo da maioria
São Paulo – Na casa dos 20 e poucos anos, aspirantes a trainee enfrentam uma concorrência acirrada até assinarem o contrato com suas empresas dos sonhos. Muitas vezes precisam deixar para trás mais de mil outros candidatos durante as várias etapas dos processos seletivos.
É o caso dos aprovados em programas de trainee de empresas como a Heneiken & Mars, Boticário, Mondelez e Unilever, por exemplo, que registraram no ano passado mais de 1.500 jovens concorrendo por cada vaga.
Mas o que estes jovens aprovados nos programas mais disputados do Brasil têm em comum? É o que apesquisa realizada pela consultoria Seja Trainee feita com 380 candidatos, dos quais 316 finalistas, responde a partir do perfil traçado destes jovens. Confira:
1 A maioria estudou em faculdade pública
O diploma de uma universidade “top” talvez seja um dos primeiros passos rumo a um programa de trainee dos mais disputados. De acordo com a pesquisa da Seja Trainee, 70% dos entrevistados são de universidades públicas.
“A gente nota muitos candidatos de universidadesde ponta como USP, Unicamp, Unesp, Federal de Santa Catarina”, diz o sócio da Seja Trainee, Kleber Piedade.
Apesar de os processos seletivos levarem em conta características comportamentais, como capacidade de liderança e trabalho em equipe, a questão acadêmica ainda é muito importante para as empresas. “Boa formação é um passo importante para o jovem se tornar trainee” , diz Piedade.
Entre os cursos mais comuns entre os entrevistados pela Seja Trainee estão: engenharia (44%), administração de empresas (18%) e economia (11%).
2 Eles falam bem inglês
Este é um requisito para se inscrever e que deixa para trás muitos jovens. Ter nível de inglês básico ou intermediário vai minar as suas chances de conquistar uma vaga desde as primeiras etapas da seleção já que a maioria conta com testes de inglês online logo no início do processo.
Portanto para chegar a finalista de um processo de trainee é preciso ter domínio avançado ou fluência no idioma. Segundo a pesquisa, esta é uma característica comum a 95% dos entrevistados. “Os candidatos que avançam são aqueles que dominam o inglês”, diz Piedade.
Mas não é só isso, outros idiomas também apareceram na pesquisa. “Um ponto interessante é que 28% dos entrevistados falam espanhol em nível avançado ou fluente”, diz o sócio da Seja Trainee.
3 Já fizeram ou fazem estágio
Uma experiência profissional pode contar pontos no currículo já que o jovem que faz ou já fez estágio fica mais à vontade em um ambiente corporativo do outro que nunca trabalhou.
“O jovem que tem essa bagagem já sabe como funciona uma empresa, a questão da hierarquia, de reuniões, então ele acaba estando mais bem preparado para o mercado”, diz Piedade.
Por isso entre os jovens trainees é raro encontrar alguém que ainda nunca tenha cumprido expediente. A pesquisa indica de 92% já fizeram ou fazem estágio.
4 Já tiveram alguma experiência internacional
Ter tido a chances de fazer intercâmbio ou cursos em outros países não é um requisito, mas conta pontos a favor do candidato. “Muitos candidatos saem da faculdade e passam um ano fora do Brasil para ter essa vivência, voltar e buscar esse objetivo de ser trainee”, diz Piedade.
Muitas empresas oferecem oportunidades para os trainees em solo estrangeiro e esta possibilidade acaba sendo um chamariz para os jovens. Já ter o passaporte carimbado pode trazer uma segurança maior na hora encarar um período trabalhando fora do país.
5 Trabalho voluntário está no currículo
Se a responsabilidade social faz parte da agenda das empresas com os programas de trainee mais concorridos, ela também não falta na vida de mais da metade dos candidatos. De acordo com a pesquisa da Seja Trainee, 54% dos entrevistados já fez trabalho voluntário.
“A gente nota que eles estão preocupados de forma legítima com impacto deles na sociedade”, diz Piedade. Além disso, a preocupação das empresas com responsabilidade social é também um critério de escolha usado pelos jovens na hora de optar por um programa de trainee. “Este alinhamento de valores tem sido muito importante”, diz Piedade.
Fonte: Exame.com
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